3 mitos sobre os chatbots

O uso do chatbot traz diversos benefícios para o seu negócio, entre eles a diminuição de custos e a eliminação das tarefas repetitivas. Um dos seus principais usos nos dias de hoje é no atendimento ao consumidor, onde as empresas oferecem aos clientes um atendimento mais padronizado, ágil e disponível 24/7.

Quando o assunto são os chatbots, muitas questões ainda não são compreendidas e alguns mitos se criaram através desta tecnologia que ainda é novidade para muitos. Confira 3 mitos sobre os assistentes virtuais e fique por dentro de como um chatbot pode ajudar nos processos de sua empresa:

1. O atendimento feito por um chatbot é frio e artificial.

Ao falar em robôs, pensamos em uma comunicação mecanizada, mas automatizar as interações não significa torná-las impessoais. Um dos benefícios dos chatbots é que eles são personalizáveis, podendo entender e falar gírias ou até serem extremamente formais, dependendo do objetivo para qual foram criados.

Claro, ainda falta muito para que um assistente virtual consiga desenvolver uma conversa com 100% da naturalidade humana, mas se engana quem acha que os chatbots com inteligência artificial não conseguem, muitas vezes eles se passam por um atendente real sem que você perceba. Graças às ferramentas de aprendizagem que estão cada vez mais sofisticadas, os chatbots se desenvolvem e ficam cada vez mais inteligentes e assertivos em suas respostas conforme conversam com os usuários. Quanto mais falam com os humanos, mais aumentam sua capacidade de compreensão, tornando a conversa fluída e identificando com maior precisão as necessidades de quem os utiliza.

2. Os chatbots vão tirar os empregos das pessoas.

Será que com a evolução dos chatbots as pessoas que trabalham como recepcionistas, consultores ou em call center perderão suas ocupações? Um chatbot pode sim diminuir a quantidade de atendentes, já que ele sozinho pode atender ao mesmo tempo diversos clientes, diminuindo por exemplo, uma fila de espera de atendimento. Porém, é preciso sempre lembrar que os chatbots não são desenvolvidos para substituir os humanos, e sim ajudá-los em tarefas, principalmente nas repetitivas ou básicas como responder dúvidas frequentes ou fazer o primeiro atendimento ao cliente, colhendo dados e direcionando para a equipe de atendimento de forma mais organizada.  Para casos mais complexos em que é necessário a percepção humana o atendimento pessoal ainda será indispensável.

3. Ter um chatbot é muiro caro.

Para garantir um bom atendimento aos clientes e usuários finais, existem muitos pontos envolvidos resultando em seu custo, como estudo do comportamento do usuário, base de dados e conhecimento, programação e personalização do assistente virtual e sua implementação.

Porém, na ponta do lápis, manter uma equipe de atendimento pouco eficiente pode custar muito mais caro, além de envolver também os custos com equipamentos telefônicos, computadores, sistemas e treinamento. No fim das contas, um chatbot é um investimento inteligente para quem quer otimizar seu atendimento e diminuir custos excessivos com pessoal.

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